Monday, August 18, 2008

Fiambres à prestação

Agora eu tenho meu Twitter. Ou seja, se vocês não agüentarem toda a bobagem escrita aqui de uma vez, podem tomar em doses homeopáticas por lá.

Sunday, August 03, 2008

Saiba aqui como votar nesta eleição

Nunca eu torci tanto para uma eleição não chegar. Motivos? Vamos lá:

- A chapa Manuela/Berfran Rosado. Traduzindo: piá comunista e tio ex-Britto (no sentido político, não maliciem...) dividindo absurdamente a mesma chapa. 

- Maria do Rosário. Votou a favor do SuperSimples ano passado e bagunçou minha vida tributária por um ano. Maria, tu me deve no mínimo três ranchos no super. 

- Onyx. O que um cara com aquele implante de cabelo é capaz de fazer com a estética de uma cidade?

- Fogaça. Pô, esse candidato desencavaram do fundo do baú. Andava sumido há anos, o cara.

- Luciana Genro. Tenho medo que ela estatize o Zaffari da Getúlio, é ali que eu compro.

Eu não sabia em quem votar até semana passada, quando, depois de muito pensar, estabeleci uma série de critérios para excluir candidatos. O que passar por esse filtro, será o escolhido. Vamos aos critérios:

1) Não estar aliado ao PTB. 
Pastores evangélicos, borracheiros gremistas, subcelebridades do rádio AM. Imagine tudo isso infiltrado nas secretarias e nos órgãos municipais. Ah, eles já estão inflitrados nas secretarias e órgãos municipais. Bom, isso explica muita coisa sobre Porto Alegre.

2) Prometer acabar com os Poemas no Ônibus.
A iniciativa até que é bem-intencionada. Mas não dá. Poesia é algo legal em 1% dos casos e vergonha alheia em 99%. Na terra do Humberto Gessinger, então, esse percentual sobe para 99,9%. Às vezes eu fico de pé no corredor só pra não pensarem que eu tenho algo a ver com aqueles "A luz brilha no céu/Pirilampos" colados na janela. 

3) Não arregar para a derrubada do Muro da Mauá.
Aderi à campanha do Tião. A não ser que todas aquelas Casas de Bombas do DEP sejam apenas fachada para salas secretas de orgias, dá pra dizer que Porto Alegre evoluiu um pouquinho em termos de controle da água de 1941 (1941!!!) pra cá. Se a cidade, depois de seis décadas de evolução da engenharia, eletricidade, eletrônica e mecânica, ainda precisar de um NACO DE CONCRETO para se proteger de enchentes, eu terei medo, muito medo, de continuar vivendo aqui.

Passou nesses três, ganhou o meu voto. Não me decepcionem, candidatos.