Assoa, Rio Grande!
No momento em que o Rio Grande do Sul passa por uma das maiores crises econômicas de sua história, e registra queda em sua produção industrial enquanto todos os outros estados comemoram crescimento, é fundamental encontrar alternativas econômicas para reerguer o estado.
Eu, com toda a sinceridade, na maior das boas vontades, sugiro o ranho. Desafio qualquer outro estado – diria mais, qualquer outro país – a apresentar níveis de produção de ranho tão pujantes quanto os nossos. Temos as condições climáticas ideais: dias de 30 graus no inverno seguido de meses de frio, verões com muito sol e umidade seguidos de semanas de chuvas e alagamentos, além de um bom número de plantas e parques por habitante, o que potencializa a produção de pólen e, conseqüentemente, da nossa rica e espessa mucosa nasal.
Isso sem falar nas características da nossa gente: graças à imigração italiana (e também aos árabes, turcos e libaneses, muito presentes na fronteira), temos narizes maiores que grande parte da população mundial, o que garantiria um fornecimento consistente e inesgotável de ranho.
Até agora, temos escoado toda nossa produção para os lenços de papel. Como todos sabemos, a principal indústria de lenços de papel do país é a Melhoramentos, que fica em Caieiras (SP). Logo em São Paulo? Um acinte. Um verdadeiro desperdício. Nós, gaúchos, não podemos aceitar isso. É como se o Rio de Janeiro jogasse toda sua produção de petróleo no Guaíba.
Algo tem que ser feito. As montadoras poderiam desenvolver carros Ranhoflex, movidos a álcool, gasolina e fluidos nasais. Poderíamos ser o berço do verdadeiro Combustível Verde. Colas e resinas poderiam ser ainda melhores que já são. Comida para peixe, já que peixe come qualquer coisa mesmo. As alternativas são infinitas. Vamos lá, Rigotto! É só empresários e governantes usarem a criatividade que a gente sai dessa.
Eu, com toda a sinceridade, na maior das boas vontades, sugiro o ranho. Desafio qualquer outro estado – diria mais, qualquer outro país – a apresentar níveis de produção de ranho tão pujantes quanto os nossos. Temos as condições climáticas ideais: dias de 30 graus no inverno seguido de meses de frio, verões com muito sol e umidade seguidos de semanas de chuvas e alagamentos, além de um bom número de plantas e parques por habitante, o que potencializa a produção de pólen e, conseqüentemente, da nossa rica e espessa mucosa nasal.
Isso sem falar nas características da nossa gente: graças à imigração italiana (e também aos árabes, turcos e libaneses, muito presentes na fronteira), temos narizes maiores que grande parte da população mundial, o que garantiria um fornecimento consistente e inesgotável de ranho.
Até agora, temos escoado toda nossa produção para os lenços de papel. Como todos sabemos, a principal indústria de lenços de papel do país é a Melhoramentos, que fica em Caieiras (SP). Logo em São Paulo? Um acinte. Um verdadeiro desperdício. Nós, gaúchos, não podemos aceitar isso. É como se o Rio de Janeiro jogasse toda sua produção de petróleo no Guaíba.
Algo tem que ser feito. As montadoras poderiam desenvolver carros Ranhoflex, movidos a álcool, gasolina e fluidos nasais. Poderíamos ser o berço do verdadeiro Combustível Verde. Colas e resinas poderiam ser ainda melhores que já são. Comida para peixe, já que peixe come qualquer coisa mesmo. As alternativas são infinitas. Vamos lá, Rigotto! É só empresários e governantes usarem a criatividade que a gente sai dessa.

